Atenção às antenas coletivas, TV analógica será extinta este mês no Rio

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Desde o início da transmissão do sinal digital as emissoras de televisão trabalham em campanhas para adesão à TV digital por parte dos telespectadores. Desde 2016 o sinal analógico está sendo desligado em diferentes cidades. Agora em outubro chegou a vez do Rio de Janeiro, especificamente no dia 25 as pessoas que não instalaram as antenas UHF e não possuem televisores com conversor digital ficarão sem televisão aberta.

No caso de prédios e condomínios é possível instalar a antena coletiva. Reproduzimos a seguir o esclarecimento do site oficial da TV Digital Brasileira, clique aqui para ler na íntegra.

O que é preciso para receber o sinal da TV Digital Aberta no meu prédio?

Para receber o sinal da TV digital Aberta, é necessário que o prédio esteja na área de cobertura das transmissões digitais. Assim, o primeiro passo para quem deseja ver TV digital ABERTA em sua residência é consultar o site DTV para verificar a disponibilidade do sinal digital na sua região.

Se a cidade na qual vive está na área de cobertura, você precisará de uma antena UHF e de um televisor com conversor digital integrado. Se o seu televisor for de tubo ou mesmo de LCD, LED ou plasma, fabricada antes de 2011, você vai precisar de um conversor digital externo.

Quando um prédio está localizado próximo às antenas dos canais de televisão, basta utilizar uma antena interna. Entretanto, só o emprego de antena externa de UHF garantirá que todos os moradores do prédio assistam à TV Digital Aberta em todos os cômodos em que chegar a distribuição da antena coletiva.

1 – Situação atual dos condomínios

A maioria dos prédios residenciais apresenta uma das seguintes situações:

a – O prédio não tem antena, pois recebe o sinal de TV por assinatura

Este é um dos maiores problemas enfrentados pelos moradores de prédios residenciais que desejam receber o sinal de TV aberta. Geralmente, a prumada da antena coletiva é utilizada pela operadora de TV por assinatura ficando sem espaço para a passagem de um novo cabeamento.

Nesse caso, há dois caminhos:

– retirar o serviço de TV por assinatura e retornar o uso original da prumada, que é possibilitar a passagem do cabeamento da antena coletiva.

– manter o cabeamento da antena existente e criar uma nova prumada para a nova antena coletiva.

b – A antena coletiva é antiga e é somente do tipo VHF

Quando o sistema analógico começou, existiam apenas os canais de VHF (2 a 13) e, portanto, os fabricantes de equipamentos para o sistema coletivo passaram a fabricar componentes e cabos com resposta na faixa de VHF (canais 2 a 13).

Assim, milhares de edifícios instalaram seus sistemas com distribuição para os canais 2 a 13.

Passaram-se alguns anos e os canais de UHF (14 a 69) entraram em operação e os novos condomínios não tinham interesse em receber o UHF, até porque a instalação do sistema para receber o sinal de VHF e UHF possui um preço mais alto. Portanto, até hoje são instaladas, em sua maioria, antenas coletivas apenas com o sistema VHF (canais 2 a 13).

Porém, a TV digital exige o uso de antena UHF e a solução dada pelos antenistas para os condomínios que optam por ter os canais de UHF (14 a 69) normalmente é a instalação de conversores de UHF para VHF, onde o sinal é distribuído no mesmo cabo atual, reduzindo custos. Cada empresa de instalação ou antenista escolhe aleatoriamente o canal de UHF a ser convertido para VHF. Ou seja, o morador assistirá somente aos canais escolhidos pelo antenista.

Assim, temos uma situação onde o síndico e os condôminos, normalmente leigos no assunto, optam sempre pelo preço mais baixo. Raramente se investe em um sistema de maior qualidade e assistência técnica adequada.

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