Dia do bombeiro

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“Vida alheia e riquezas salvar”, é a missão dos bombeiros, expressa proteção às pessoas e seus bens.

Foi a partir dos infortúnios incêndios da história que se deu a criação da instituição.

Na antiga Grécia, pequenas patrulhas faziam rondas pelas cidades e em caso de incêndio um alarme tocava. Porém foi em Roma antiga, após sua capital ser devastada pelo fogo que a organização foi criada. E somente em Paris com os chamados “guardas bombas” que se formou à primeira organização de bombeiros, dando início à estrutura da corporação nos moldes atuais.

No Brasil, o Imperador D. Pedro II é o patrono da corporação, em 2 de julho de 1856 assinou um Decreto Imperial regulamentando o serviço público de combate ao incêndio. Nesta época, ao sinal de um incêndio, homens, mulheres e crianças formavam filas ao redor dos poços e passavam de mão em mão a água que seria para apagar o fogo até o local do incêndio.

No ano de 1861 foi publicado o primeiro regulamento do Corpo de bombeiro da Corte e a criação da diretoria Geral, instalada até hoje na Praça da República. Em 2 de julho de 1954, o Presidente da República firmou a importância dos bombeiros e oficializou o dia para homenagear estes heróis tão dedicados em servir a sociedade.

Os bombeiros arriscam suas vidas para proteger as pessoas, as cidades, as matas e as florestas do risco de incêndios, o dia 2 de julho é considerado a data da formação do primeiro Corpo de bombeiro da Corte.

Algumas ocorrências são rotineiras em suas atividades além de apagar incêndios, seguem os outros exemplos: salva-vidas na praia, resgate de acidentes, socorro em colisão de veículos e atropelamentos, na remoção de cadáveres, na busca e salvamento em florestas, na derrubada de árvores e na captura de animais. Auxiliam também as pessoas que enfrentam tentativa de suicídio, a encontrar as pessoas desaparecidas, além de promoverem projetos sociais e educativos. São indispensáveis na análise da segurança de projetos edificados e atuam nas vistorias das obras.

Uma legislação vigente estabelece exigências para a liberação do funcionamento das edificações residenciais uni ou multifamiliares, públicas, comerciais, empresariais, aeroportuárias, industriais, estádios esportivos, feiras e congressos. E para a liberação do habite-se é previsto um código de obras do município, onde se exige um certificado de aprovação do CBMRJ, com regras para instalações de proteção e controle de incêndio apreciadas no projeto com o consentimento do CBMERJ.