Verificação de boletos

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Visando oferecer ainda mais comodidade e segurança aos condôminos de empreendimentos administrados pela Protel, há bastante tempo nossa equipe vem adotando métodos para evitar fraudes em boletos. Após aplicar a faixa de segurança na versão impressa que identifica a cópia com a palavra: “falso”, nosso setor de tecnologia desenvolveu o “Verificador de Boletos”. Uma página online que já está disponível para utilização e verificação dos boletos emitidos pela Protel. O acesso pode ser feito através do site, no rodapé em “Serviços aos clientes” ou na “Central do Condomínio”. Basta digitar o código da “linha digitável” no espaço indicado da página e clicar em “Consultar”.

 

Em seguida – se verdadeiro – aparecerá a mensagem positiva com o nome do condomínio e o código do beneficiário. Caso o boleto não tenha sido emitido pela Protel, aparecerá um alerta de segurança.

ATUAÇÃO DOS FRAUDADORES

Através de vírus instalado no computador do usuário, os fraudadores podem mudar a exibição do boleto enviado originalmente para um boleto fraudado, o qual – se for pago – fará com que o valor vá para outra conta, que não a do Condomínio, o que não caracteriza pagamento do boleto. Todo cuidado é pouco: há quem reproduza o boleto de forma semelhante ao emitido originalmente e altere apenas a “linha digitável”, o que pode ser identificado através dos métodos já divulgados aqui, e da consulta através do nosso “Verificador”. Outra possibilidade é a reprodução do boleto com alteração do Código de Barras, nestes casos é importante sempre verificar se a leitura condiz com o código verificado e o “Beneficiário” é o mesmo.

EXPERIMENTE A VERIFICAÇÃO:

 

MANEIRA FÁCIL E RÁPIDA

A maneira mais fácil de identificar o problema é quando da emissão do boleto bancário de um banco e se constata que a linha digitável (representação numérica do código de barras) exibe número de outro banco. De forma padrão, a Febraban estabelece que esta identificação encontre-se sempre nas primeiras posições da linha digitável. Para consultar a lista de todos os bancos cadastrados na Febraban e seus respectivos códigos clique aqui.

No primeiro exemplo abaixo, temos um boleto do Itaú (que tem como código bancário o número 341), apresentando o código de outro banco, no caso o Santander (033). Já no segundo temos a forma correta.

 

 

A providência acima verifica se o banco que aparece no boleto é diferente do banco onde se encontra a conta corrente usada para a fraude. O que já evita a maioria dos casos. Mas pode ocorrer de os bancos serem os mesmos: da conta correta e da conta fraudulenta. Neste caso, uma conferência mais efetiva deve ser usada para identificar a fraude. É possível verificar se o código de cedente (beneficiário /conta do fornecedor em que ocorrerá o crédito) está idêntico ao apresentado na linha digitável.

 

FORMA MAIS EFICAZ

A identificação desse erro não é muito simples. Nesse caso, a posição do código de cedente (beneficiário) na linha digitável pode variar de acordo com o banco e até no mesmo banco, dependendo da carteira utilizada, sendo que em alguns casos é demonstrada apenas uma parte do código de cedente (beneficiário). Listamos ao final desta notícia, a forma de apresentação nos principais bancos.

Além disso, pode existir o caso em que o fraudador altera o boleto como um todo (alterando o código do cedente/beneficiário, o banco, etc.), mantendo, entretanto, as características que o fazem acreditar que se trata de um boleto conhecido. Neste caso, se você já pagou em meses anteriores um boleto idôneo desta natureza, deve comparar se o código do cedente (beneficiário) é o mesmo do boleto anterior. Se for a primeira vez que estiver emitindo um boleto deste tipo, vale a pena verificar com o fornecedor se o código do cedente (beneficiário) está correto.

Caso não seja possível realizar esta verificação, uma possibilidade é emitir a segunda via do boleto através de meios distintos (Correios e Site). Caso haja diferença entre os boletos, possivelmente seu computador ou o acesso à Internet utilizado são os responsáveis por alterar os dados através de Vírus. Como esse vírus se instala na máquina de quem imprime o boleto, pedimos que contacte uma ajuda especializada para verificação do seu PC.

 

FORMAS DE IDENTIFICAR O BENEFICIÁRIO

BANCO DO BRASIL (CÓDIGO 001)

Caso 1: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 25, com 5 dígitos. Em alguns casos o código de cedente ultrapassa esse tamanho, caso isso ocorra, verifique se a numeração encontrada está contida no código de cedente. Segue abaixo um exemplo:

 

Caso 2: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 12, com 6 dígitos. Em alguns casos o código de cedente ultrapassa esse tamanho, caso isso ocorra, verifique se a numeração encontrada está contida no código de cedente. Segue abaixo um exemplo:

 

SANTANDER (CÓDIGO 033)

O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 6, com 7 dígitos, nesse caso deve ser ignorado o dígito da posição 10. Segue abaixo um exemplo:

 

BANRISUL (CÓDIGO 041)

O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 7, com 10 dígitos, nesse caso deve ser ignorado o dígito da posição 10. Segue abaixo um exemplo:

 

 

CAIXA (CÓDIGO 104)

Caso 1: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 6, com 4 dígitos. Em alguns casos o código de cedente ultrapassa esse tamanho, caso isso ocorra, verifique se a numeração encontrada está contida no código de cedente. Segue abaixo um exemplo:

 

Caso 2: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 27, com 5 dígitos. Em alguns casos o código de cedente ultrapassa esse tamanho, caso isso ocorra, verifique se a numeração encontrada está contida no código de cedente. Segue abaixo um exemplo:

 

BRADESCO (CÓDIGO 237)

O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 24, com 7 dígitos. Segue abaixo um exemplo:

ITAU (CÓDIGO 341)

O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 23, com 6 dígitos. Segue abaixo um exemplo:

 

HSBC (CÓDIGO 399)

Caso 1: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 5, com 7 dígitos, nesse caso deve ser ignorado o dígito da posição 10. Segue abaixo um exemplo:

Caso 2: O código de cedente (beneficiário) se encontra na posição 17, com 11 dígitos, nesse caso deve ser ignorado o dígito da posição 21. Segue abaixo um exemplo:

 

CONCESSIONÁRIAS (EX.: ENERGIA ELÉTRICA, ÁGUA, TELEFONE)

A verificação é bem simples, todas as cobranças de concessionárias têm, obrigatoriamente, a linha digitável iniciada com o código “8”. Segue abaixo um exemplo:

É importante ressaltar que algumas concessionárias optam por emissão de suas cobranças no formato boleto, neste caso vale a pena verificar com a mesma.